Um domingo turbulento para o rei do xadrez
Rapaz… nem o rei das 64 casas escapou de uma peça mal colocada! No último domingo, em pleno Norway Chess 2025, o mundo do xadrez foi palco de uma cena incomum. Magnus Carlsen perde, o norueguês que já foi considerado quase imbatível no tabuleiro, protagonizou um momento tenso ao ser derrotado de forma surpreendente.
Apesar de começar a partida com boa vantagem, o norueguês cometeu um erro grave no final, quando o tempo no relógio apertou. O que parecia mais uma vitória rotineira se transformou numa virada impressionante do adversário — e numa reação emocional que chamou atenção.

Após o lance decisivo, Carlsen golpeou a mesa com força, num gesto espontâneo de frustração. Em seguida, apertou a mão do adversário, pediu desculpas, mas saiu da sala visivelmente irritado. A cena deixou o ambiente carregado, e o desconforto era palpável até para quem assistia pela internet.
O prodígio indiano Gukesh D: quem é o adversário que calou Carlsen?

Do outro lado do tabuleiro estava Gukesh Dommaraju, mais conhecido como Gukesh D, de apenas 19 anos. Mas não se engane pela idade: o jovem é um verdadeiro prodígio. Em 2023, sagrou-se campeão mundial em Singapura, derrotando o então campeão Ding Liren, e se tornando o mais jovem campeão desde Garry Kasparov, que conquistou o título em 1985.
Essa foi a primeira vitória de Gukesh sobre Carlsen em uma partida clássica — e ele fez isso com postura, precisão e muito sangue frio. Em entrevista após o jogo, o indiano admitiu ter ficado surpreso com o desfecho:
“Não era bem assim que eu queria vencer, mas tudo bem, vou aceitar.”
Gukesh também comentou que já viveu situações parecidas em sua carreira:
“Também já bati em muitas mesas. É normal quando se joga no limite.”
Sua humildade e serenidade diante da explosão emocional do adversário mostram que, além de talento, ele tem o que é mais raro no xadrez competitivo: maturidade emocional.
Carlsen: o gigante ainda sente
Aos 34 anos, Magnus Carlsen já conquistou praticamente tudo que o xadrez pode oferecer. Cinco vezes campeão mundial no xadrez clássico, ele abriu mão de defender o título em 2023, alegando falta de motivação. Desde então, tem se dedicado a modalidades alternativas, como o Freestyle Chess (ou Chess960), que embaralha a posição inicial das peças e reduz o impacto das aberturas decoradas com computadores.
Mas nem toda essa experiência foi suficiente para segurar a frustração dessa vez. Embora o gesto tenha sido impulsivo, Carlsen não deixou de se desculpar imediatamente, demonstrando que, apesar do temperamento forte, ainda carrega consigo o espírito esportivo.
Em outra entrevista, ele já havia dito:
“Perder sempre dói, mas pelo menos quando você perde fazendo algo que realmente gosta, é mais fácil lidar.”
Um momento desconfortável, porém histórico
A cena repercutiu no mundo todo não apenas por ser incomum, mas por mostrar o lado mais humano dos gigantes do esporte. Magnus Carlsen, sempre visto como um símbolo de frieza e controle, teve um momento de vulnerabilidade. Já Gukesh D, o jovem desafiante, respondeu com uma calma impressionante.
Por dim, para o público, ficou a lição de que até os maiores campeões podem cair — e que cair com dignidade é tão importante quanto vencer.
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